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domingo, 20 de janeiro de 2008

Fabricando uma sociedade melhor: um outro mundo possível!


Estava a visitar o blog do amigo Sérgio Amadeu e me deparei com essa foto nada mais que emocionante. Um grupo de senhoras da terceira idade, no SESC Pompéia, a aprender informática utilizando GNU/Linux.

Segundo Sérgio: “Esta foto foi tirada pela Alexsandra Bentemuller no Sesc Pompéia. Lá vários grupos de pessoas da terceira idade aprendem a usar GNU/Linux. ALexsandra foi minha orientanda na pós-graduação da Cásper Líbero. Sua pesquisa apontou "A nova face da velhice: a relação da terceira idade com o computador e a internet. Aprendi muito com este trabalho que mudou bastante minha concepção sobre o aprendizado e sobre a capacidade de sonhar e projetar um mundo melhor.”

De fato fico a pensar nessas pessoas que não temem as novidades e se projetam a enfrentar novos desafios. Foi no contato de algumas experiências como esta que no ano de 2000 me lancei a estudar esta temática do software livre. Foi ao observar pessoas assim, que não param no tempo e nas dificuldades e agruras da vida. Foi ao ver experiências de alguns rapazes que trocaram as ruas e o tráfico para aprender informática nos telecentros de São Paulo, de mulheres de mais de 60 que realizaram seus antigos sonhos de escreverem seus livros de poesia, de pais de família que puderam se capacitar profissionalmente através dos projetos de inclusão digital livre, que comecei a notar uma nova sociabilidade se difundindo. Um coletivo de pessoas a produzir coletivamente uma nova relação com o conhecimento, mais criativa, colaborativa e livre.

Esta foto também me faz pensar nos momentos de fraqueza em que nós “jovens”, às vezes tão envelhecidos diante da velocidade que as coisas acontecem na atualidade, desanimamos muito fácil de nossos ideais. Nossos desânimos diante de pequenas dificuldades e nossos medos de enfrentar os desafios de nosso próprio tempo tem de ser afrontado com atitudes como as dessas senhoras da terceira idade. Tal grupo não está apenas se auto-produzindo, mas criando uma sociedade melhor: um outro mundo possível!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Europa e 1ª Conferência Internacional sobre Qualidade de Software Aberto

Nos dias 16 e 17 de janeiro de 2008, acontecerá a 1ª Conferência Internacional sobre Qualidade de Software Aberto, organizada pelo consórcio Europeu Qualipso (http://www.qualipso.org). O consórcio reúne instituições de pesquisa e desenvolvimento, empresas e órgãos de governos da Europa, China e Brasil visando “a promoção da inovação e do crescimento econômico através do aumento da confiança e da qualidade do software de código aberto”.

Na Conferência haverá um painel sobre “Experiências e melhores práticas com o uso de software aberto/livre para promoção da inovação e do crescimento econômico”. No painel, o pesquisador Jarbas Lopes Cardoso Jr., do Centro de Pesquisas Renato Archer - CenPRA/MCT, parceiro da SLTI, ABEP e PRODERJ na iniciativa do Software Público Brasileiro-SPB (http://www.softwarepublico.gov.br), abordará o tema “Software Público Brasileiro Analisado sob a Perspectiva da Rede”, onde serão mostrados os resultados preliminares alcançados pela experiência brasileira.

Os principais temas que serão abordados na conferência são da definição de modelos de negócio para o código aberto/livre, com o propósito de facilitar o uso pela indústria; de simplificar o ambiente legal; de racionalizar a interoperabilidade global das soluções; de implementar as melhores práticas na gestão de informação e de configurar os centros internacionais de competência para auxiliar a indústria e o setor público na alavancagem da inovação tecnológica e do crescimento econômico. Jarbas Cardoso, destaca a coincidência dos temas com as propostas e realizações do Portal do Software Público Brasileiro.

O consórcio conta com 21 instituições, sendo que do Brasil participam o SERPRO e a USP, e tem como objetivos definir e implementar tecnologias, processos e políticas para facilitar o desenvolvimento e uso de software de código aberto e livre. É um projeto financiado pelo 6º Programa-quadro europeu com um orçamento de cerca de 18 milhões de euros. Entre outras coisas, o Programa pretende implantar uma rede de centros de competência na produção de software código aberto e livre, sendo que a USP, em São Paulo, abrigará um desses futuros espaços.
Os principais resultados previstos pelo pesquisador, relacionados com a experiência do Software Público Brasileiro, são: em primeiro lugar, a ampliação do reconhecimento internacional do SPB; segundo a abertura de oportunidades de cooperação internacional, em especial, entre o SPB e o consórcio Qualipso e, por último; o fortalecimento da tese do desenvolvimento econômico com base em bens intangíveis.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Síndrome de colonizador (Texto de Boaventura Sousa Santos)

Reproduzo abaixo o texto do meu orientador de tese, Dr. Boaventura de Sousa Santos, sobre a questão do incidente diplomático entre o Rei Juan Carlo I de Espanha e o presidente Venezuelano Hugo Chavez durante a XVII Cúpula Iberoamericana, realizada no Chile no dia 10 de novembro deste ano.

Síndrome de colonizador
(Texto Publicado pela Revista Carta Maior - Sessão DEBATE ABERTO)

¿Porqué no te callas?

Não se imagina um chefe de Estado europeu dirigir-se nesses termos publicamente a um colega europeu quaisquer que fossem as razões do primeiro para reagir às considerações do último. Esta frase é reveladora em diferentes níveis. (SANTOS)

Esta frase, pronunciada pelo Rei de Espanha dirigindo-se ao Presidente Hugo Chávez durante a XVII Cúpula Iberoamericana realizada no Chile, no dia 10 de Novembro, corre o risco de ficar na história das relações internacionais como um símbolo cruelmente revelador das contas por saldar entre as potências ex-colonizadoras e as suas ex-colônias. De fato, não se imagina um chefe de Estado europeu dirigir-se nesses termos publicamente a um colega europeu quaisquer que fossem as razões do primeiro para reagir às considerações do último. Como qualquer frase que intervém no presente a partir de uma história longa e não resolvida, esta frase é reveladora em diferentes níveis.Ela revela, em primeiro lugar, a dualidade de critérios na avaliação do que é ou não democrático. Está documentado o envolvimento do primeiro-ministro de Espanha de então, José Maria Aznar, no golpe de Estado que em 2002 tentou depor um presidente democraticamente eleito, Hugo Chávez. Porque, naquela altura, a Espanha presidia à União Européia, esta última não pode sequer clamar total inocência. Para Chávez, Aznar ao atuar desta forma, comportou-se como um fascista. Pode questionar-se a adequação deste epíteto. Mas haverá tanta razão para defender as credenciais democráticas de Aznar, como fez pateticamente Zapatero, sem sequer denunciar o carácter antidemocrático desta ingerência? Haveria lugar à mesma veemente defesa se o presidente eleito de um país europeu colaborasse num golpe de Estado para depor outro presidente europeu eleito? Mas a dualidade de critérios tem ainda uma outra vertente: a da avaliação dos fatores externos que interferem no desenvolvimento dos países. Num dos primeiros discursos da Cúpula, Zapatero criticou aqueles que invocam fatores externos para encobrir a sua incapacidade de desenvolver os países. Era uma alusão a Chavez e à sua crítica do imperialismo norte-americano.Pode criticar-se os excessos de linguagem de Chávez, mas não é possível fazer esta afirmação no Chile sem ter presente que ali, há trinta e quatro anos, um presidente democraticamente eleito, Salvador Allende, foi deposto e assassinado por um golpe de Estado orquestrado pela CIA e por Henry Kissinger. Tão pouco é possível fazê-lo sem ter presente que atualmente a CIA tem em curso as mesmas táticas usando o mesmo tipo de organizações da “sociedade civil” para destabilizar a democracia venezuelana. Tanto Zapatero como o Rei ficaram particularmente agastados pelas críticas às empresas multinacionais espanholas (busca desenfreada de lucros e interferência na vida política dos países), feitas, em diferentes tons, pelos presidentes da Venezuela, Nicarágua, Equador, Bolívia e Argentina. Ou seja, os presidentes legítimos das ex-colônias foram mandados calar mas, de fato, não se calaram. Esta recusa significa que estamos a entrar num novo período histórico, o período pós-colonial, teorizado, entre outros, por José Marti, Gandhi, Franz Fanon e Amilcar Cabral e cujas primicias políticas se devem a grandes lideres africanos como Kwame Nkrumah. Será um período longo e caracterizar-se-á pela afirmação mais vigorosa na vida internacional dos países que se libertaram do colonialismo europeu, assente na recusa das dominações neocoloniais que persistiram para além do fim do colonialismo.Isto explica porque é que a frase do Rei de Espanha, destinada a isolar Chávez, foi um tiro que saiu pela culatra. Pela mesma razão se explicam os sucessivos fracassos da União Européia para isolar Roberto Mugabe.Mas “¿porqué no te callas?” é ainda reveladora em outros níveis. Saliento três. Primeiro, a desorientação da esquerda européia, simbolizada pela indignação oca de Zapatero, incapaz de dar qualquer uso credível à palavra “socialismo” e tentando desacreditar aqueles que o fazem. Pode questionar-se o “socialismo do século XXI” - eu próprio tenho reservas e preocupações em relação a alguns desenvolvimentos recentes na Venezuela - mas a esquerda européia deverá ter a humildade para reaprender, com a ajuda das esquerdas latinoamericanas, a pensar em futuros pós-capitalistas. Segundo, a frase espontânea do Rei de Espanha, seguida do ato insolente de abandonar a sala, mostrou que a monarquia espanhola pertence mais ao passado da Espanha que ao seu futuro. Se, como escreveu o editorialista de El País, o Rei desempenhou o seu papel, é precisamente este papel que mais e mais espanhóis põem em causa, ao advogarem o fim da monarquia, afinal uma herança imposta pelo franquismo. Terceiro, onde estiveram Portugal e o Brasil nesta Cúpula? Ao mandar calar Chávez, o Rei falou em família. O Brasil e Portugal são parte dela?

(Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra/Portugal).

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Guía Práctica sobre Software Libre, su selección y aplicación local en América Latina y el Caribe





Conforme prometido, segue o conteúdo na íntegra (em espanhol) da publicação da UNESCO, "Guía Práctica sobre Software Libre, su selección y aplicación local en América Latina y el Caribe".


Parece ser um ótimo material. Ao menos é uma raridade sobre o tema. Ainda não posso expressar nenhuma opinião porque não tive tempo de explorá-lo. Na medida que o fizer, vou tecendo comentários.




sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Campus Party Brasil 2008


Conforme prometido, estou a divulgar...

Você já pode reservar sua vaga para participar da Campus Party Brasil!

Basta preencher o formulário com seus dados pessoais clicando aqui.

Em breve será disponibilizado no site as instruções para a inscrição de menores. com doze anos completos já se pode ser campuseiro! Porém, é necessária uma autorização dos pais, seguindo todos os passos que serão descritos no regulamento, e a assinatura de um maior que acompanhe e se responsabilize pelo menor durante todo o evento. Essa regra vale para todo mundo que ainda não tem dezoito anos completos. Quem já tem, é só tomar conta do seu nariz e participar!

90 mil computadores com Software Livre para escolas públicas brasileiras


Bons ecos começam a ressoar após a 4ª Conferência Latino-Americana de Software Livre (Latinoware 2007), que se encerrou neste último dia 14, em Foz do Iguaçu –PR. Foi divulgado durante o evento, pelo gerente de Inovações Tecnológicas do Ministério do Planejamento, Sr. Corinto Meffe, que o governo federal começou a distribuir 90 mil computadores com software livre a escolas públicas de todo o país. Segundo as informações avançadas pela Agência Brasil, da Radiobrás, os computadores foram comprados com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) e somarão aos 50 mil já distribuídos, acelerando o processo de informatização na educação no país.

Segundo Meffe, o governo vê o uso de software livre como uma “questão quase obrigatória”, pelas vantagens que traz para o setor público, pela transparência e até mesmo como política de continuidade de programas governamentais. “Funciona como proteção para o cidadão, mas o bom é hoje chegar nas empresas, academias, terceiro setor, na casa do cidadão comum, e perceber que todo o país está despertando para a importância desse sistema” (Agência Brasil).

Meffe ainda destacou outras ações do governo federal brasileiro no sentido de promover o uso de software livre, dando exemplo de um projeto da Caixa Econômica Federal (CEF) que pretende para migrar todas as máquinas das casas lotéricas para programas de código aberto e outro dos terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil que deverão seguir o mesmo caminho. Adiantou ainda que o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) já economiza R$ 19 milhões com a adoção do software livre e a Previdência Social, R$ 27 milhões. A Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) possui uma estrutura de aproximadamente 500 servidores (computadores que cuidam da logística da empresa) que usam software livre.

O Brasil de fato está na frente no que se trata de apostar em tecnologias livres e mostrando ao mundo todo a sua viabilidade. Pena que sempre que se apresentem dados, toda a linha de argumentação centra-se apenas nas vantagens econômicas, obscurecendo todas as demais vantagens que todos nós sabemos que o software livre proporciona. Gostaria muito de que os gestores nacionais se preocupassem também em divulgar à sociedade brasileira as vantagens do ponto de vista da justiça cognitiva e da inclusão social que o código-aberto proporciona em comparação com o código-fechado. Espero que o meu trabalho possa contribuir neste sentido, e é por isso que luto. Enquanto isso, já é grande coisa poder rejubilar-se com essas boas notícias.

Publicação da UNESCO sobre Software Livre na América Latina e Caribe

Jornais dos mais diferentes gêneros divulgaram nos dias 13, 14 e 15 que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lançou no último dia 13 de novembro (2007) na cidade de Foz do Iguaçu, uma publicação interessantíssima intitulada “Guia Prático sobre Software Livre – Sua Seleção e Aplicação na América Latina e no Caribe”. O material, de autoria de Fernando da Rosa e Frederico Heinz está publicado em espanhol. Infelizmente fiz uma busca desesperada pela net e no Site da UNESCO para tentar acessar ao conteúdo do material, mas não tive sucesso. Segundo informação da Agência Brasil, que fora a principal fonte da informação multiplicada posteriormente por vários sites e jornais, o objetivo dos autores é atingir todas as pessoas que buscam uma introdução sobre o tema do software livre, servindo também para aqueles que já possuem alguma experiência no assunto. Além de apresentar alguns estudos sobre o software livre, de suas potencialidades, também fornece informações para os interessados que desejarem experimentar as ferramentas de código-aberto e/ou migrar de sistemas operacionais, sugerindo a maneira mais adequada para cada perfil. Gostaria muito de poder ter lido o conteúdo do material, mas até o presente momento não foi possível. Se algum leitor conseguir alguma indicação, agradeceria que me fosse facultada.Assim que conseguir mais detalhe ou o link para o conteúdo completo, comprometo-me a divulgá-lo neste espaço. Por enquanto resta-me apenas deixar a dica para os mais interessados no tema.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Adiada Temporariamente Inscrições para o Campus Party Brasil 2008


Segundo informações no Blog do amigo Sérgio Amadeu, um dos coordenadores do evento, a abertura das inscrições para a Campus Party Brasil 2008 estão adiadas devido a necessidade de adequação do evento a normas técnicas brasileiras. Em breve, serão repassadas informações completas sobre a nova data para abertura das inscrições no site oficial do evento, no blog oficial e também aqui neste espaço, pois estarei acompanhando tudo com muita atenção.

De qualquer maneira, sirvo-me da oportunidade para divulgar mais uma vez este importante acontecimento em terras brasileiras. Para o leitor que ainda não conhece o Campus Party, fica a dica para visitar os sites, ler as notícias e se interar deste que será, sem dúvidas, o maior acontecimento presencial da comunidade do ciberespaço no Brasil.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007


O Google colocou no ar o Google Book.
Neste sítio, ainda em versão Beta (teste), os internautas poderão fazer o download e imprimir na íntegra diversos livros, cujos direitos autorais expiraram, escritos por grandes autores, como Dante, Victor Hugo e William Shakespeare, dentre outros.
A busca pode ser realizada no link http://books.google.com/. Para verificar se o livro está disponível por inteiro, basta clicar na opção "full view".
Através deste projeto, o Google disponbilizará clássicos da literatura mundial para um grande contigente de pessoas, uma ótima iniciativa que com certeza incentivará e intensificará a luta pelo acesso livre ao conhecimento. O Google informou que a opção não está disponível para obras protegidas por direitos autorais.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O que é bom é para ser partilhado...

O Campus Party é o maior encontro presencial da cibercultura


“Onde é possível encontrar um jogador de Counter Strike e um astrônomo? Um aficcionado por modding e um desenvolvedor de software livre? Um professor de robótica e um músico tecno? Um produtor de microdocumentário e um roteirista de games? Será possível encontrar todas as comunidades que respiram tecnologia e partilham a cultura digital no Campus Party. É um evento típico de compartilhamento da nossa sociedade mediatizada”, é mais uma vez, a afirmação do nosso lema: “A Internet não é uma rede de computadores, é uma rede de pessoas”! Por isso, o que é bom é para ser partilhado... visite o site, se estiver no Brasil, visite o Campus Party, divulge aos amigos, seja parte real, virtual dessa brilhante iniciativa.

Apoio e assino embaixo desta equipe de criativos hackers e atores sociais.

Saiba mais sobre o evento:

A Campus Party é o maior encontro de comunidades da Internet do mundo. É um espaço pensado para incentivar o compartilhamento, a aprendizagem e a transferência de conhecimentos. Nele, durante 7 dias e 7 noites, milhares de participantes acampam em suas barracas, com seus computadores a tira-colo trocando momentos, idéias e experiências.É com esse mesmo espírito que carrega a Campus Party da Espanha, que de 11 a 18 de fevereiro de 2008 a Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica.

Maiores informações:

http://www.campus-party.com.br/index.php3?SEC=15&action=HOME&SELECCIONADO=1&checksum=5b4123098b0c0db83c643064c59c9d42

Entrevista ao Coordenador do Campus Party Brasil 2008:

Assista a entrevista com Marcelo D'Elia Branco, coordenador do projeto Campu Party Brasil 2008, concedida ao Blog do El País, na Espanha, no encerramento do evento espanhol. Basta clicar no vídeo que encontra-se na coluna azul escura, na direita deste Blog, abaixo do perfil do autor.