domingo, 6 de abril de 2008

Construindo um hipertexto sobre Ciência e Modernidade

[Praia de Vigo, Espanha - Pôr do Sol 25/09/2004 - Foto by: Adalto Guesser]

Nos últimos dias tenho procurado refletir sobre um tema cada vez mais presente em minha vida. A Ciência, a Modernidade, e suas relações com o mundo das coisas e dos seres. Depois de ter aceitado voluntariamente e conscientemente que o mundo é constituído por seres humanos e não-humanos, cabe refletir sobre algumas questões. Não consigo formular, ainda (nem sei se um dia conseguirei), uma teoria capaz de dar sentido geral para tantas incertezas. Do que estou a ler e reler, proponho o hipertexto que se segue, feito pela junção de pensamentos racionais de homens de realidades e ocupações diferentes, cujo final, ..., ah, sim, o final... esse, fica em aberto, pois como digo frequentemente, quando não consigo explicações racionais para o mundo em que vivo, fujo para as artes, para a literatura, a música, os poemas, as cores, os sons.

Sciencia

Considerar a sciencia como valendo em si alguma cousa é fazer metaphysica.
A sciencia só vale humanamente, só como útil para a vida humana. Em si (por razões já expostas) não vale nada porque o conhecimento scientífico é puramente relativo[.]
(Fernando Pessoa [*1])

Ciência moderna

Os pressupostos metafísicos, os sistemas de crenças, os juízos de valor ão estão antes nem depois da explicação científicada natureza ou da sociedade. São partes integrantes dessa mesma explicação. A ciência moderna não é a únicaexplicação possível da realidade e não sequer qualquer razão científica para a considerar melhor que que as explicações alternativas da metafísica, da astrologia, da religião, da arte ou da poesia. A razão por que privilegiamos hoje a forma de conhecimento assente na previsão e no controle dos fenômenos nada tem de científico. É um juízo de valor. A explicação científica dos fenômenos é a auto-justificação da ciência enquanto fenômeno central da nossa contemporaneidade. A ciência é, assim, autobiográfica. (Boaventura de Sousa Santos [*2])

Ruptura moderna

A ciência moderna nasceu de uma ruptura brutal em relação à antiga visão de mundo. Ela está fundamentada numa idéia, surpreendente e revolucionária para a época, de uma separação total entre o indivíduo conhecedor e a Realidade, tida como completamente independente do indivíduo que a observa. (Basarab Nicolescu [*3])

Universalidade da modernidade

A modernidade pertence a essa pequena família de teorias que simultaneamente se declara e se deseja de aplicabilidade universal. O que tem de novo a modernidade (ou a ideia de que a sua novidade é um novo tipo de novidade) decorre desta dualidade. para além de tudo o que criou, o projecto iluminista aspirou a criar pessoas que, post festum, viessem a querer ser modernas. Essa ideia que em si próprias se consuma e se justifica provocou muitas críticas e muita resistência, tanto na teoria, como na vida quotidiana. (Arjun Appadurai [*4])

Jamais fomos modernos

Posso agora escolher: ou acredito na Constituição moderna, ou então estudo quanto o que ela permite quanto o que proíbe, o que ela revela e o que esconde. Ou defendo o trabalho de purificação - e me torno também um purificador e um vigilante da Constituição - , ou então estudo tanto o trabalho de mediação quanto o de purificação, mas então, deixo de ser realmente moderno. (Bruno Latour [*5]).

E agora José, Maria, Boaventura, Latour, Adalto, ...

Et quid nunc, Ioseph?
Festum est finitum,
lumen est exstinctum,
cuncta evanuit turba,
nox est frigefacta,
et quid nunc, Ioseph?
et quid nunc, et tu?
Qui nomen non habes,
qui alios derides,
qui versus componis,
qui amas, reclamas?
et quid nunc, Ioseph?
(Carlos Drummond de Andrade [*6])

[*1] In LOPES, Teresa Rita. Pessoa Inédito. Lisboa: Livros Horizonte, 1993, p. 409.
[*2] In SANTOS, Boaventura de Sousa Santos. Um discurso sobre as ciências. Porto: Afrontamento, 1987, p. 52.
[*3] In NICOLESCU, Basarab. O manifesto da transdiciplicaridade. São Paulo: Triom, 2001, p. 17.
[*4] In APPADURAI, Arjun. Dimensões culturais da Globalização. Lisboa: Teorema, 1996, p. 11.
[*5] In LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: Ed. 34, 2000, p. 50.
[+6] In BÉLKIOR, Silvia. Ioseph. Tradução para o latin de "José", poema de Carlos Drummond de Andrade, disponível em http://www.revista.agulha.nom.br/drumml07.html, acedido em 06/04/08).

terça-feira, 25 de março de 2008

É mais fácil transformar uma lanhouse em escola do que transformar uma escola em escola


A frase da semana, que está dando o maior debate, foi destacada pelo amigo Sérgio Amadeu, proferida pelo Claudio Prado: "É mais fácil transformar uma lanhouse em escola do que transformar uma escola em escola".

O burburinho de corredor já se formou. De fato, não é uma realidade facilmente aceita por todos, basta lembrarmos de que muitos importantes nomes mundiais da atualidade ainda são bastante temerosos da Internet [veja comentário deste blog, publicado em 27/11/2007].

Eu, particularmente, sempre defendi o potencial emancipatório das redes, e, dentre todas elas, a rede das redes, a Internet. O ciberespaço possui todos os elementos para ser e para fazer-se escola. Não poderia ser diferente, se o virtual é o espelho recriado da sociedade real, torna-se imprescindível torná-lo conhecido, estudado e explorado. Para isso precisamos de infra-estrutura de redes, de tráfego de alta velocidade, de equipamentos modernos e de softwares com filosofias inclusivas, precisamos, em outras palavras, de “inclusão digital”.

É fácil? Não, é! É uma tarefa complexa e cara. Porém, como a primeira, esta segunda frase é simples, dura e plena de significado: “Se você acha a educação cara, experimente a ignorância” (Dereck Bok). Isso apenas para lembrar que, se desejamos justiça cognitiva e justiça social, temos de começar a nos mexer urgentemente no sentido de acelerar o processo de inclusão digital em nosso país. As ações do atual governo estão sendo inovadoras e audases, mas se não houver participação cidadã, poderão ser barradas nas burocracias legislativas, nas corrupções coorporativas, nas preguiças adminsitrativas de nossas escolas de modelo ultrapassado.
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Cada um de nós têm um pouco a fazer. Se alguém ainda não sabe por onde começar, mande-me um e-mail que não tardo em repassar um lista de iniciativas para se começar “ontem”.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Três caminhos, Moisés, Jesus e o Coelho. Existirá um próximo?


[P.S.: Sim, esta estrada existe... está em Portugal. Achou que poderia estar em outro lugar?]


Na América ocidentalizada, europeizada pela modernidade cristã católica, nos acostumamos a celebrar a Páscoa. Embora, hoje em dia a grande maioria das pessoas nem saiba exatamente o significado primeiro desta data milenar. Conhecem apenas o significado último, aquele empregado pelo capitalismo, pela sociedade de consumo e pelos enredos de Walt Disney, do Coelho e dos Ovos de Chocolate. Aliás, quanto mais ovos e chocolates, mais Páscoa. Nem sempre foi assim, e nem para todos é assim. Existe dois grandes agrupamentos civilizatórios que, por caminhos diferentes, celebram a Páscoa num sentido histórico-religioso. Um terceiro agrupamento, hoje globalizado e transnacional, comemora... sem sentido, mesmo. Os dois primeiros, de mesma estirpe, a tradição judaica, o terceiro, não tem estirpe nenhuma, tem apenas conta bancária. De fato, antes da ascensão da Páscoa como Comércio, apenas os Judeus e os Cristãos comemoravam esta data, marco simbólico de sustentação de toda a tradição que compreendem suas cosmologias.

A primeira tradição remonta a milhares de anos, narrada por um povo chamado Judeu. Para estes, a Páscoa simboliza a passagem da escravidão, para a terra prometida, para a libertação. É a história do povo hebreu, que andava torturado e explorado pelos egípcios, e saiu errante pelo deserto sob o comando de Moisés, em busca da terra prometida por seu Deus Único, Jahvé. É, sobretudo, uma história de convulsão social, de revolta, de um grande líder, Moisés. É a história da chegada na terra da liberdade e dos gozos ofertados pela divindade, depois de passadas as agruras do Mar-Vermelho, da fome e da sede no deserto, das provações nas montanhas. Passagem, portanto, de uma vida antiga, para uma vida nova.

A outra tradição é uma versão mais recente, tem apenas pouco menos de 2000 anos e é narrada pelos seguidores de Cristo. Para os Cristãos, a Páscoa também simboliza uma passagem. Reconceitualizado, o enredo agora não fala mais de uma passagem entre mundos neste plano, mas trata da relação deste, com o reino de Deus. Para os Cristãos, não mais de um Deus Único, mas de um Deus mistério, único, mas trino, composto de três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A Páscoa marca a passagem da morte, para a vida, da ressurreição deste Deus, feito homem, na pessoa do Filho. É, também, a lembrança do fato histórico da morte do revolucionário homem, Jesus Cristo, um subversivo, agitador social, líder comunitário inconformado, agente político da oposição.

Mistérios, tradições, lembranças, marcos históricos. Seus rituais memorativos são repletos de sinais e símbolos. Tanto numa tradição, como na outra, o caminho para se chegar à Páscoa não é um caminho fácil. Uma fala de escravidão, de cordeiro imolado (pesah), de pães ázimos (matsah), de ervas amargas (maror), do deserto e do longo caminho para ser percorrido até a libertação. A outra, fala de prisões, de açoites, de traições, de cruz, de calvário, de abandonos e da morte, necessária para a ressurreição. A Páscoa, no ocidente ainda deveria ser sinal da passagem de uma realidade desgraçada, para uma plena da graça de Deus.

Mas, existe uma terceira narrativa, muito mais nova, doce e rentável. É uma tradição de pouco menos de 500 anos, surgiu depois da descoberta da América pelos europeus, do encontro com o cacau e da invenção do chocolate. É a narrativa do Coelho que esconde cestas de chocolates. Aqui, a Páscoa é bem mais agradável, compreende um esforço de suportar maratonas, às vezes tortuosas nos supermercados, na busca dos melhores produtos e preços, na ansiedade de vencer a espera da manhã do dia de domingo, de poder consumar a Páscoa. A recompensa é doce, gostosa, reconfortante. Nada de jejuns, ázimos, cruzes ou desertos, aqui temos Coelhos felpudos que falam e cantam, temos ovos de chocolate de todo tamanho, bacalhau e vinho importado, as amêndoas açucaradas, os caramelos de todos os formatos, os bombons com todos os recheios. E lucros! Claro, temos a passagem da baixa de vendas do natal, para o superávit da Páscoa. Esta é a Páscoa da tradição Capitalista contemporânea.

Em todas as três narrativas, tivemos a presença de uma figura de liderança carismática, Moisés, Jesus e o Coelho. Fico a pensar na velocidade de transformação da nossa imaginação social, na capacidade que temos hoje de criar enredos coletivos, de incitarmos massas para fazerem passagens, e fico curioso por saber quem será o novo líder da nova narrativa da Páscoa. Que rituais, reais, ou virtuais, eles nos apresentará para a sua memória? Que tipo de passagem deveremos fazer? Não sei, mas não me animo a pensar. Deixo para que o tempo escreva a sua história. Será que ainda farei parte dela?

quinta-feira, 20 de março de 2008

Mimo pernambucano


Não tem nada mais gosto que receber um mimo, e os pernambucanos têm uma coleção deles.

Um dos mais especiais é uma iguaria chamada "Bolo de Rolo", hummmm, tão bom!

Nada mais gostoso que tomar um café quentinho, bem forte, com uma fatia de bolo de rolo com recheio de goiabada. Super!!!!


Quando estive em Pernambuco, fartei-me de comer dessa delícia, não foi à toa que sai de lá com alguns quilinhos a mais. Acontece que tudo que é bom, é calórico, e esse, então...

quarta-feira, 19 de março de 2008

Se um país se faz com homens e livros, o Brasil é feito de quê?

[Biblioteca Joanina, Universidade de Coimbra, Portugal]



Outro dia, ao ver uma reportagem sobre a comemoração dos 200 anos da vinda da família Real Portuguesa para o Brasil, com D. João VI, fiquei surpreso ao tomar conhecimento de alguns dados estatísiticos. Foi D. João quem trouxe a primeira biblioteca para este país e deixou-nos um grande legado cultural, mesmo depois de sua partida. A Biblioteca Nacional conta com um precioso acervo Real, que foi deixado em terra brasileiras como parte do acordo estabelecido entre Brasil e Portugal, na época da Independência. Isso, por si só, já bastaria para transferir ao Brasil uma vocação de povo leitor, com gosto pela leitura... mas, não é bem assim.
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Li uma reportagem publicada na “Tam nas Nuvens” (Revista de bordo da TAM), que dizia que no Brasil existem atualmente apenas 2008 livrarias, para uma população de 186 milhões de habitantes. Isso equivaleria dizer que cada livraria deve atender uma média de 90 mil brasileiros. Isso é um caos, se compararmos Paris, que sozinha tem 2000 livrarias, para uma população de pouco mais de 3 milhões. Ou do país vizinho, igualmente pobre, a Argentina. Só a Argentina, bem menor em território e em população (cinco vezes menos), tem metade das livrarias existentes no Brasil. Essa reportagem ainda cita dados da Câmara Brasileira do Livro que diz que no raio X do Amapá, segundo pesquisas recentes, aparecem apenas duas livrarias, e no Tocantins inteiro, apenas uma está registrada na capital, para servir (???) ao Estado inteiro.
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Decididamente, como cientista, professor, educador, formador, não consigo imaginar desenvolvimento pleno sem leitura, sem escrita, sem livros. O meio não é mais importante, pode ser meio físico, pode ser digital, é preciso escrever, e para escrever, é preciso ler... e ler muito. Outro dia escutei uma desculpa super furada de um preguiçoso a dizer que não tinha o hábito de ler livros, pois nasceu na era digital. Nascer, ele até pode ter nascido, mas será que de fato está incluído nesta era? Uma era onde o conhecimento é o elemento principal, onde as informações são essenciais, e onde a leitura é fundamental para ter acesso a esses conhecimentos e informações, ler faz-se imprescindível.
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Diz o ditado popular que um homem só se realiza plenamente quando faz três coisas: planta uma árvore, faz um filho (ou filha) e escreve um livro. Pensando assim, temos uma população de homens incompletos, pois pelos dados que temos, a média de leitura dos brasileiros alfabetizados é de 3 livros inteiros durante toda a vida. Ficou chocado? Pois, pasme, se contarmos toda a população e incluirmos ai todos os analfabetos, esse número cairá drasticamente.
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Lembro-me, também, de uma clássica frase de um importante escritor brasileiro que dizia que: “um país se faz com homens e livros”. Onde estão os livros do nosso país? Das duas uma, ou o Brasil não está se fazendo livros, ou não está se fazendo enquanto país. É triste, é lamentável essa constatação ao ver que este país é tão rico em cultura, em criatividade, em talentos. O imaginário social deste país é tão cheio de enredos, de personagens, de cenários... tudo isso poderia ser melhor explorado, valorizado, escrito e registrado para ser consumido aqui dentro, e lá fora.

O sentido da vida: onde está? quem o perdeu?


Ultimamente, devido ao meu trabalho de investigação, tenho andado muito entre jovens da classe média. Neste pequeno texto, quero me referir a um perfil de jovem, criado pelo imaginário social, identificando como tal os rapazes e moças de certa idade que varia entre os 18 e os 28 anos, com gostos e imaginários próprios e bem característicos de música, de vestimenta, de modos de agir, interagir, divertir-se e trabalhar.
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Estranhou-me, no Brasil, um país com tantas discrepâncias sociais, ver que uma chaga característica dos países ricos, também se encontra cada vez mais visível nessas terras. O uso de drogas entre jovens (e não tão jovens) não é nenhuma novidade por aqui, entretanto, assusta-me o uso de drogas não consideradas “drogas”. O Ecstasy, por exemplo, as famosas balinhas da doidera dos boyzinhos, já é bastante popular nas festinhas dos jovens da classe média. O maior perigo destas “balinhas” é justamente o fato de se disfarçar a sua natureza de lobo em pele de cordeiro.
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Segundo uma matéria publica na FolhaTeen de 18/02/2008, uma pesquisa realizada entre jovens usuários de Ecstasy demonstrou que os usuários não percebem os vendedores ou repassadores da droga como traficantes, mas sim, como amigos. De fato, os novos traficantes são os colegas de faculdade, da academia, da praia, da balada. O próprio termo “balada” foi reconceitualizado por esses jovens. Antigo sinônimo de noitada, balada agora significa literalmente alguns momentos sob o efeito alucinante da droga.
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Quando comecei a freqüentar algumas casas noturnas na Europa, fiquei assustado com o preço das bebidas nos bares. Numa danceteria, um destilado de 12 anos custa o equivalente a uma garrafa de água mineral. Não é o destilado que está barato, é a água que está inflacionada. É uma medida para reduzir o consumo de drogas como o Ecstasy que, geralmente é consumida com grande quantidade de água, dispensando o consumo de outras bebidas para dar o “barato” da noite.
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Uma pena... certamente, uma pena ver que jovens da classe média, estudantes de bons colégios, moradores de zonas nobres, proprietários de carros e de um padrão de vida que lhes permite quase tudo, afogar suas angustias e necessidades numa ilusão efêmera que a droga lhes proporciona por algum momento. Onde estão os sentidos que poderiam substituir essas falsas soluções? Onde se perderam? Quem os perdeu?

quinta-feira, 13 de março de 2008

Série gastronômica.... Minas é bom, também!


Para não ser injusto com os mineiros, que me receberam tão bem e que também tem uma culinária exepcional. Não dá pra deixar de lembrar o Frango com Quiabo, o Pastelzinho de Angú com Queijo, o Tutu à Mineira, a Galinha ao Molho Pardo (Cabidela)... tudo isso regado com aquela cachacinha de cana pra abrir o apetite, nosaaaa.
aiiiii, e o pãozinho de queijo, quentiiiiinhoooooo!
É bom demais, sô!

E o ACARAJÉ!!! Hummmmmmm


Oxê, menino! Achas que eu não ia comer, não?

Fiz questão de fartar-me de comer acarajé. Fui experimentar os melhores acarajés da Bahia. O da Cira, e o da Dinha, ambos no Rio Vermelho.

Não tem nem comparação! É bom, demais...

Ai que saudades eu tenho da Bahia...

Bahia de todos os Santos, axê, sagrado e profano, o baiano é... CARNAVAL.

mas a Bahia não é só carnaval. É um misto de cores, de raças, de criatividade, de sucesso, de beleza, de trabalho, de vida.
É impressionante passar pelas ruas de Salvador e ver essa mistura gostosa, sincrética. O povo aqui tem a cor do sol! Tem a vitalidade do sol, a força, o calor...
Gostei muito de ter conhecido Salvador, a São Salvador do Axê e do Acarajé. E do Software Livre, também. Por que, não?! Aqui a luta pelo Software Livre é grande. Grandes nomes do movimento são baianos, a começar pelo Gil, o Ministro Gilberto Gil, um dos mais fortes promotores do Software Livre no Brasil. Viva Gil!
Seguem algumas fotos que me fazem repetir o poeta: "Ai que saudades eu tenho da Bahia..."




segunda-feira, 10 de março de 2008

Pensei que fosse o céu!

[Praia de Calhetas, PE]



Vander Lee e sua incomparável poesia... diz tudo!


Basta adicionar a imagem de um lugar real, que os sentimentos são expressos nos versos do poema deste magnífico mineiro.
Bem, o fato e o cenário eu vivi... faltavam-me as palavras. Eles emprestoume-as.


Veja se não é verdade!

(...) Estava ali, me confundi
Pensei que fosse o céu
O azul do mar me chamou
E eu pulei de roupa e de chapéu
A onda veio e me levou
Desse lugar e agora eu sou
Uma ilusão, a solidão é meu troféu
Aquela foto amarelou
O riso no meu camarim
Felicidade bate a porta e ainda ri de mim (...)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Coimbra made in Brazil

Coimbra????? Não! Ouro Preto, Minas Gerais.

Um pedacinho esculpido e talhado de Portugal.


Passeando por essas ruas estreitas, por estes sobes e desce de ladeiras intermináveis, por esta arquitetura lusitana, por este povo tão familiar, as vezes sentimos que estamos a caminhar na "alta de Coimbra", nas vielas da Sé Velha, embatendo-se a cada esquina com uma nova igreja.

Foi possível matar um pouquinho da saudade de Portugal... que já é muita. Completamente, só daqui a um mês. Até lá, vou redescobrindo Portugal pela herança deixada um pouco por todo lado na terra brasilis.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Notícias das terras de Cabral: Nascem as Escolas Livres


Depois de muito tempo a postar notícias em informações do Brasil, fiquei envergonhado de não dar nenhuma boa-nova de Portugal, onde tenho tantos leitores. Ai segue uma maravilhosa.


Nasceu, neste mês de fevereiro (11), o Projeto Escolas Livres, com o apoio da ANSOL (Associação Nacional para o Software Livre, em Portugal), a Associação Diogo Azambuja, sediada em Montemor-o-Velho (região Centro) que coincide com a sede social do projeto; e a Associação Cultural Audiência Zero que ajudou no processo de constituição.


Com um comunicado à imprensa, nasceu a Associação Ensino Livre, cujas finalidades é promover a utilização de software livre e a produção de conteúdos livres nos processos de aprendizagem, nomeadamente ao nível do sistema de ensino.


São iniciativas a serem desenvolvidas pelo projeto:


1) a divulgação de software livre e conteúdos livres junto dos agentes de ensino;
ações pedagógicas junto de professores e alunos;


2) o aconselhamento sobre software livre e conteúdos livres junto dos agentes de ensino;


3) 0 desenvolvimento e suporte a software livre, especialmente de vocação educacional;


4) a manutenção e promoção de pontos de reunião da comunidade de software livre;


5) a organização de conferências nacionais e internacionais sobre a temática do software e conteúdos livres, nomeadamente de vertente educativa;

This is São Paulo: the chaos creative!

Esta é, talvez, a imagem que mais traduz São Paulo. O trânsito sempre intenso na camplexa malha viária é espelho da agitação desta cidade que não para, 24x24 horas.

Sem comentários... é uma cidade em rede, conectada por todo o lado com o mundo, seja fisica, seja virtualmente.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Jon Maddog Hall - Um cão poderoso, mas nem tal mal assim!


Hoje, o Campus Party, recebeu a visita e palestra de um dos principais personagens mundiais da tecnologia da informação, importante disseminador do código aberto que, junto com Linus Torvalds, comanda a Linux International. É uma das figuras mais respeitadas nas comunidades de desenvolvedores, tendo uma relação de admiração mútua com a comunidade do Software Livre do Brasil. Maddog já visitou o Brasil inúmeras vezes em diversas oportunidades e é considerado um dos papas do Software Livre, aclamado pelos seus milhares de seguidores como uma respeitosíssima personalidade. Dono de uma simplicidade incrível, uma aparencia de "papai-noel", desfilou pelos corredores do Campus, conversando com os campuseiros e tirando fotos com todos que desejaram.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Modding: Dando personalidade à máquina

O modding é uma área de modelagem de equipamentos, parecidas com os famosos tunning de carro. O procedimento de dar forma ao equipamento inserindo a ele formas e detalhes que podem personaliza-lo, torná-lo mais funcional, adaptável, prático, ou simplesmente, mais bonito.

No Campus Party existe uma galera inteira a trabalhar na "turbinação" de suas máquinas. É um ritual de montagem e desmontagem de equipamentos e de composição de outros. Assim também nascem os robozinhos. De uma infinidade de parafusos, fios, conectores, luzinhas, chips, resistores, etc.

Dentro da programação do evento, está rolando alguns concursos para premiar os aparelhos mais criativos. Também existem cursos para os interessados em aprender a arte do bricolage tecnológico. Um deles é o curso para criar um LCD próprio.

Abaixo, algumas fotos da turma da reciclagem.

A Campus Party cheira a pipoca!

Fato curioso: o maior evento de internet e tecnologia da América Latina, tem um cheiro bastante característico, um forte odor de "pipoca de microondas". A organização do evento ofereceu para cada "campuseiro" (3.000 inscritos) um pacote de pipocas juntamente com o material de publicidade e brindes entregues em uma mochila verde-limão.


Existe um espaço com uma dezena de fornos de microondas à disposição dos participantes, ao lado de uma confortável sala com almofadas e telões com desenho animado para que os cansados possam relaxar. E na falta de um pacotinho, existe um ponto de compra para as próximas boquinhas.


Resultado: Um forte cheiro de entrada de cinema que permeia toda a área do campus.

Nada aqui segue padrões convencionais, tudo está adaptado ao universo do campuseiros, cores, formas de preparo, músicas, etc.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Quer dançar com o Quasi: Let's go, move it!

Inclusão Digital brasileira: laptops a $ 100


O governo federal está promovendo a produção dos laptops de $100 (cem dólares). Para quem nunca viu e está morrendo de curisosidades para ver como seria uma pecinha dessas, seguem duas fotos dos últimos protótipos em estudo.

Eu testei e aprovei! Além de funcionais, são bonitos, pequenos e leves. As crianças poderão transportar facilmente de um lado para outro, sem os pais se preocuparem com peso e tamanho do equipamento. Apesar de pequenos, possuem tudo que é basicamente necessário num laptop comum.

Quem dera que toda criança na escola receba um computador como esse. E o melhor, vem com os programas do sistema operacional, suite de escritório (editor, planilha e apresentação) e navegador de internet e leitor de e-mail, tudo com software livre. A intenção do governo é, também, oferecer conexão de internet para que as crianças possam estar conectadas ao ciberespaço. Dá-le Brasil!

Hora da bóia: campuseiro também precisa comer


Uma nota de referência precisa ser feita: a organização do Campus Party está de parabéns com relação aos serviços prestados à comunidade campuseira. Tanto nas questões mais simples, como a limpeza, parte técnica, alojamentos, quanto na parte fundamental de alimentação. O self-service, apesar de simples, é muito bem preparado e apresentado. Nada de filas, nada de racionamento. Comida à vontade e sem problemas.

Robótica: Humano & Não-Humano (ou 1/2 humano)

Um dos setores mais concorridos do Campus Party Brasil 2008 é o da robótica.

A sensação do evento é o humanóide Quasi, esse robozinho da foto abaixo. Ele conversa com os participantes, aperta a mão, dança, agita a galera. Na opinião dos mais entendidos em robótica, ele é super poderoso; na opinião dos mais leigos e das crianças, em geral a expressão é quase sempre a mesma, encantamento, como o do depoimento técnico de uma amiga da alta tecnologia: Ai, que fofo!




Aqui pode-se experimentar de tudo. Falar com humanóides, assistir campeonatos de futebol de robôs, fazer curso de montagem e programação em robótica, participar de concursos e ganhar prêmios, etc.


É uma visão do futuro que já não está tão distante. Dentro em pouco, estaremos vivenciando realidades profetizadas no clássico filme Blade Runner. Um mundo misto, permeado de humanóides, máquinas, robôs, realidades virtuais, e também, de HUMANOS.

Inclusão Digital: Para que todos possam estar conectados!


Uma das inovações do Campus Party Brasil 2008 é a questão da preocupação com a inclusão digital.

Num país com tantas discrepâncias, onde pode-se encontrar o maior número relativo de pessoas conectadas à Internet, e ao mesmo tempo, uma população completamente excluída desse universo, o evento vem permeado de atividades, estudos, trocas de experiências e propostas para efetivar uma maior inclusão digital. O Principal evento é o Seminário Nacional de Inclusão Digital, realizado simultâneamente na programação do evento.

Jogos: realidade e virtualidade

Para os amantes de jogos, o Campus Party oferece um espaço inigualável. Aqui pode-se encontrar o que há de mais avançado em tecnologia nesta área. Além da vantagem que você pode testar, experimentar, copiar, comprar, trocar, jogar, etc.

Este é um jogo interativo, onde o jogador utiliza o próprio corpo para lutar com seres virtuais. Basta estar numa arena repleta de sensores de movimento que faz um escaneamento completo do seu corpo. Cada movimento é captado e transferido para o mundo virtual. A imagem do jogador aparece num telão, misturada com a dos seres virtuais mais variados. É um espetáculo para quem joga e quem assite. Simplesmente, mega-ultra-power!


Este é um simulador de vôo, utilizado pela aeronáutica para treinamento dos pilotos. Serve também como um gostoso jogo, onde pode-se experimentar a emoção de um combate aéreo, sendo o protagonista de comando da aeronave. Inluindo óculos tridimensionais, a experiência é a de estar, de fato, dentro de um jato de guerra, sobrevoando vales, montanhas e cidades. O mais empolgante é estar em rede com outros jogadores e poder formar as esquadras de defesa que lutarão contra inimigos virtuais. Show de bola!


Este é para os aficcionados por velocidade, um carro de corrida bastate realistico, cheio de controladores, com acelerador, direção, câmbio de marcha, etc. O "para-brisa" é um monitor gigante que transporta o jogador para uma realidade virtual/real. O carro faz movimentos de curvas e tem um sistema de ar que simula o vento no rosto do jogador. Só não tem a parte ruim da história. A sensação dos trágicos acidentes, o que pode levar a alguns adeptos deste jogo confundirem a virtualidade com a realidade e acelerarem mais que o permitido com seus simples carros no dia-a-dia.



Estes são os mais comuns e que permeiam grande parte do pavilhão. os jogos em rede. Aproveitando a alta-velocidade e a gratuidade da Internet no Campus Party, centenas de jogadores estão conectados em jogos partilhados, second life, etc. É um mundo místico cheio de cores, de velocidade e de iamginação. Aqui tudo pode acontecer.

Tecnologia, paixão e criatividade


Para os aficcionados por tecnologia, as máquinas fazem parte do cotidiano, compreendendo um universo comum que dá forma ao misto de realidade e virtualidade. O mundo de um apaixonado por informática, ou da tecnociência, é composto de elementos humanos e não-humanos, como teorizado por Bruno Latour.



Conforme expressão desse universo múltiplo, os equipamentos tomam formas variadas, extrapolando os tradicionais formatos quadrados e funcionais, adquirindo formas ousadas, personalizadas consoante a personalidade e os gostos particulares de cada um.


Como diria o meu sobrinho mais novo: É cada máquina irada, brother!

Dormiu bem? - Ainda não sei, não tentei!


Primeira noite no Campus. Barracas preparadas, atividades a rolar o tempo todo, barulho, agitação, roncos, passos, música, foi um desafio a todos os campuseiros que "tentaram" dormir depois da abertura oficial do Campus Party 2008.

Hoje pela manhã, olhos inchados, alguns por não os terem afastados sequer um minuto da tela luminosa do computador, outros, por não terem conseguido dormir. Mas, energia é o que não falta por aqui!

Então, vamos a isso, tentarei estar postando tudo de bom que acontece por aqui.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Gilberto Gil no Campus Party 2008

Uma das grandes atrações desta noite na abertura do Campus Party 2008 será a presença do Ministro da Cultura do Brasil e cantor, Gilberto Gil.

Conforme solicitação da organização do evento, um ritual que já é repetido a 11 anos nas edições do Campus Party, será mantido. Todos os monitores (ecrãs) dos computadores e notebooks serão desligados, uma contagem regressiva a partir das 23h55 será iniciada e todos os presentes ligarão as máquinas ao mesmo tempo as 00h00 do dia 12, marcando oficialente a abertura desta grande festa da tecnologia em rede.

Após este momento, seguirão as cerimônias oficiais de praxe de abertura, com o coroamento de uma grande festa com muita música eletrônica, samba e MPB até não se sabe que horas, pois o evento funciona 24 horas ininterruptamente.

Toda a movimentação pode ser seguida simultâneamente por 3 câmeras com streaming ao vivo, por imagens da Campus TV, cujos links podem ser acessados diretamente do site oficial do evento e também por vídeos disponibilizados no canal do Campus Party no YouTube e nas dezenas de Blogs e sites que cobrem este evento minuto a minuto. Um bom consolo para todos aqueles que não puderam vir pessoalmente prestigiar este encontro fenomenal de tecnologia, criatividade e liberdade.

Operação: Salve o Planeta!!!!!!!


A galera do software livre já começou a agitar o evento.

Junto com a mochila que cada participante ganhou ao entrar no Campus Party, a Microsoft, uma das patrocinadoras, doou um CD-rom de instalação do Windows Live. Os criativos defensores do planeta terra logo se agilizaram para montar um esquema de recolha desse material nocivo para a humanidade. Juntaram 3 lixeiras para coletar esse perigoso material, reciclando, claro!

Veja a foto do projeto original.

Cada minuto precioso!


Esta é uma combinação mais que comum num evento como este: maquinaria e comida, lado a lado.

Os aficcionados por informática são assim, sem muitas regras de etiqueta, só não tomam banho com o computador para não danificá-lo. Em alguns casos, dizem as más línguas, preferem não tomar banho (lol).

Num encontro de hackers a regra é perder o mínimo de tempo possível com outras coisas e utilizá-lo o máximo possível para estar conectado em rede e a desenvolver com seus inseparáveis computadores.

Começou em São Paulo o maior evento de tecnologia do mundo



Começou em São Paulo o maior evento de tecnologia do mundo.

Uma loucura!!!!!

Eu, pra variar, um dos primeiros a entrar.


Depois de 11 anos crescendo na Espanha, a Campus Party, maior encontro de comunidades de Internet do mundo, ultrapassa as fronteiras pela primeira vez. O Brasil, com quase 50 milhões de usuários segundo pesquisa do Datafolha, e o maior tempo médio de navegação por internauta, de acordo com o Ibope/NetRatings, foi o local escolhido para abrigar a festa tecnológica.
O público pode participar como inscrito ou visitante. Os inscritos – três mil pessoas – mudam-se com computadores e malas para as instalações do evento. Lá, além de barracas e um local para acampar, encontram uma completa infra-estrutura de serviços, lazer, alimentação e, principalmente, tecnologia. Todos têm à disposição uma poderosa conexão de 5Gb por segundo, a mais potente já oferecida para usuários individuais em todo o mundo. O presidente do grupo E3 Futura, Paco Ragageles, prevê que essa velocidade só chegará aos nossos lares daqui a pelo menos cinco anos. Mas não é apenas para provar a Internet do Futuro que os inscritos se mudam para a Campus Party. Eles também são atraídos pela intensa produção e troca de conhecimento, característicos do encontro. A grade de programação traz mais de 300 atividades em dez áreas principais: Astronomia, Criação, Desenvolvimento, Games, Modding, Música, Robótica, Simulação, Software Livre e CampusBlog.
São palestras, bate-papos, desconferências, oficinas, desafios e performances que contemplam todos os níveis de conhecimento. O destaque fica com o talento nacional. "Será uma chance de reconhecermos o potencial do Brasil nesse novo cenário tecnológico", afirma Marcelo Branco, diretor do evento e uma das principais autoridades em software livre no mundo.
Mas não é preciso ser hacker ou geek para participar da Campus Party. Os visitantes e convidados "leigos" têm acesso ao térreo baixo da Bienal, que reúne as áreas Campus Futuro, Expo e Lazer.

A Campus Futuro é formada por quatro atrações da vanguarda tecnológica que podem ser testadas pelos visitantes: ReacTable – instrumento musical em forma de mesa, onde vários usuários partilham o seu controle, deslocando e rodando fichas transparentes. Kick Ass Kung – instalação onde o participante faz acrobacias com o próprio corpo para derrotar seus adversários; DIT – mesa interativa acionada pelo toque e que pode ser usada por diversos softwares; Vistusphere – capacete que leva o jogador a uma incrível experiência de entretenimento simulado.

Na área de Lazer, ocorrerão apresentações de DJs, demonstrações de robôs e uma tenda da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Recreação promete contrabalancear o ritmo dos campuseiros com sinuca, futebol de botão, pebolim, dardo, cata-varetas, carteado, tranca, xadrez, dama, dominó e jogos de tabuleiro.

No setor Expo, os patrocinadores terão estandes com diversas atividades interativas. A Red Bull, por exemplo, levará para o evento um simulador de Stock Car, a Hackerteeen e a 4Linux promovem competições em um touro mecânico, e a Intel e CCE fazem degustações de computadores e notebooks de última geração.

Por meio de um dos telões instalados na área aberta ao público, será possível ainda acompanhar a movimentação da arena com três mil computadores ligados à potente rede de 5Gb, velocidade suficiente para baixar todos os títulos da Biblioteca Nacional brasileira em apenas alguns minutos. A Telefonica, principal patrocinadora do evento, vem trabalhando desde o fim do ano passado em obras de infra-estrutura para disponibilizar essa conexão, o que estimula as discussões sobre o futuro da tecnologia e colabora para os avanços na área.

Ø Link para o Site Oficial do evento:
http://www.campusparty.com.br/
Ø Link para Arquivo de Fotos da Campus Party 2007
http://web7.campus-party.org/index.php3?SEC=1000&action=VERGALERIA_CP2007&id=25&menu=Miercoles&checksum=be6f16804c61c92e954476e36b7c8395

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Campus Party Brasil 2008: Está chegando a hora!



Está chegando a hora!



Faltam poucos dias para se abrirem as portas da maior festa tecnológica do mundo! Nesta segunda-feira, dia 11 de fevereiro, tem início esta grande celebração das comunidades da Internet.


A Bienal do Ibirapuera já ferve com o espírito da Campus Party!


Neste momento a montagem de toda a estrutura do evento está em seus detalhes finais.


Dê uma olhada antecipada na área onde vai funcionar a arena dos participantes, que será o coração da Campus Party Brasil. E prepare-se para viver aquela que será a maior festa mundial de tecnologia, conteúdo e entretenimento digital!


Para saber mais, acesse o blog da Campus Party Brasil

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Obrigaduuuu Floripa!


[Eu e Flávia, Flávia e Eu]


Amigos são como flores raras, no meio de um jardim florido e variado, sempre existem aqueles que nos despertam as mais fortes e sinceras sensações.

Obrigado a todos os amigos de Floripa pela calorosa recepção, pelo carinho que nunca falta e pela alegria contagiante deste pedacinho de terra perdido no mar! Minha "Ilha da Magia", meu refúgio de sol, mar, luz e amor.